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Indicador Antecedente de Emprego atinge maior nível desde abril 2018, diz FGV

Indicador Antecedente de Emprego atinge maior nível desde abril 2018, diz FGV

Por Luana

07 de fevereiro de 2019

Atualizado em 07 de fevereiro de 2019

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getúlio Vargas avançou 4,1 pontos em janeiro, para 101,1 pontos, maior nível desde abril de 2018. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador mantém a tendência ascendente ao avançar pelo terceiro mês consecutivo, em 3,4 pontos, para 98,3 pontos.

"Após um período de turbulências e frustrações em 2018, o resultado positivo do indicador nos últimos meses parece sinalizar uma retomada da recuperação do mercado de trabalho. Mas é preciso certa cautela, considerando que o indicador por enquanto recuperou apenas pouco mais da metade da queda observada em 2018", afirma Rodolpho Tobler, Economista da FGV Ibre.

ICD

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 4,4 pontos em janeiro, para 94,5 pontos. Em médias móveis trimestrais o indicador cedeu 1,9 ponto, para 99,3 pontos, após avançar nos quatro meses anteriores. O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado.

"O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) voltou a ceder, mas ainda se mantém em patamar elevado. A queda mais acentuada em janeiro sinaliza uma evolução mais favorável da taxa de desemprego neste início de ano e corrobora o resultado do IAEmp, que antecipa, para os próximos meses, uma aceleração no ritmo de recuperação do mercado de trabalho em relação ao segundo semestre de 2018. A continuidade dessa trajetória de queda do ICD somente deve ocorrer com uma melhora mais robusta do nível de atividade e redução do nível de incerteza", continua Rodolpho Tobler.

Contribuições positivas

Todos os sete indicadores que compõem o IAEmp contribuíram positivamente para o aumento do índice, com destaque para o indicador de Tendência de Negócios do setor de Serviços que, contribuiu para o aumento do indicador, ao variar 8,8 pontos na margem.

As classes de renda familiar mais baixas foram as que mais contribuíram para o recuo do ICD. O Indicador de Emprego (invertido) caiu 6,4 pontos para os consumidores com renda familiar de até R$ 2.100,00 e, 5,8 pontos para os consumidores com renda familiar entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00.

Fonte: Jornal A Tarde

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