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Empresas baianas necessitam de medidas compensatórias para assegurar sobrevivência
Empresas baianas necessitam de medidas compensatórias para assegurar sobrevivência
Por Luana
17 de março de 2021
Atualizado em 17 de março de 2021
A busca por soluções que garantam a sobrevivência das empresas baianas e, consequentemente, a manutenção de empregos e geração de renda para a população de Salvador e da Bahia é a principal pauta da Associação Comercial da Bahia (ACB), neste momento de agravamento da crise sanitária e econômica causada pela pandemia da Covid-19. As ações da diretoria da casa visam uma interlocução mais assertiva entre parlamentares e governantes, em âmbitos municipal, estadual e federal, na indicação de medidas compensatórias para o resgate da economia.
Em conjunto com outras entidades empresariais da Bahia, dentre as quais, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia, Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia, Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador, Associação Brasileira de Shopping Centers e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia – a ACB emitiu aos poderes públicos um ofício, na última sexta-feira, 12, solicitando uma série de deliberações, com o intuito de preservar as empresas, sobretudo, os trabalhadores e suas famílias.
A ACB intensificou o diálogo com as entidades empresariais de outros estados para que estas organizações também dialoguem com as bancadas federais dos seus estados, objetivando que o Poder Legislativo autorize ao governo federal ultrapassar o limite do teto de gastos para voltar as medidas provisórias urgentes de socorro às empresas, tais como o parcelamento incentivado de tributos, a isenção de tributos para setores mais afetados, a ampliação da carência das linhas de crédito ofertadas no ano passado e a oferta de novas linhas de crédito, entre outros. “Para que se possa preservar vidas humanas, sem que se aumente o desemprego e a fome no Brasil, é essencial que as autoridades atendam as necessidades de auxílio do empresariado”, propõe o presidente da Associação Comercial, Mário Dantas.
Cientes de que a atividade comercial formal não é o principal vetor de transmissão do vírus, o presidente da ACB e demais lideranças empresariais indicam que, além do cumprimento a todos os protocolos sanitários, o escalonamento dos horários de funcionamento das atividades produtivas – comércio de rua, shopping centers e centros comerciais –, para minimizar o impacto do trabalho formal no transporte público e, consequentemente, diluir os focos de aglomerações, seria uma alternativa à prorrogação de um novo lockdown estabelecido pelos poderes públicos.
Em contrapartida, o empresariado baiano acredita que a retomada das atividades econômicas depende diretamente da imunização ampla da população. Neste momento, a Associação Comercial da Bahia vem a público conclamar o apoio e a sensibilidade das autoridades públicas e se colocar disponível para manter o constante diálogo com as três instâncias, municipal, federal e estadual, para que, juntos, possam superar esta difícil crise sanitária que todo o Brasil está enfrentando.
*Publicada às quartas-feiras, a coluna cobre a atuação da Associação Comercial da Bahia na defesa do empresariado baiano
